Sintetizei o texto que encontrei na Carreira Solo, muito interessante por sinal.
Quando trabalhamos com material criativo é preciso entender que ele apresenta uma grande carga de subjetividades e aquilo que ele representa para você com certeza não será o mesmo para o seu cliente. E muito menos para o consumidor, quando encarar sua criação na rua, na fazenda ou numa casinha de sapé. Que, aliás, é normalmente o objetivo do seu trabalho.
Então, como podemos quantificar e estabelecer um critério que separe as situações "você é um cara muito criativo" de "nossa... que confusão... e agora? Qual escolher...?"
As dicas são (isso me fez lembrar: "e os ingredientes são..."):
• Não leve variações do mesmo tema. Leve temas diferentes.
• Verifique se cada um das opções realmente responde ao briefing que você coletou. Em caso negativo, obviamente, ele não é uma opção.
• Não caia no erro de levar uma opção "só pra fazer volume, mostrar serviço"
• Se a reunião empacar e você notar uma mudança de direcionamento do briefing reforce isso. Se o briefing mudou, a solução deve ser outra. E peça mais prazo.
• Sim, você pode conseguir a aprovação com uma solução apenas. Talvez neste caso, você precise é levar várias opções de defesa.
É importante pensar que uma quantidade exagerada de opções pode representar um briefing mal colhido.
Na dúvida, conversar com o cliente pode ser uma solução para esclarecer alguns pontos e apresentar um material de qualidade.
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